quarta-feira, dezembro 29, 2010

Das caminhadas que se transformaram (também) em corrida

Esta noite não consegui dormir mais de uma hora seguida. Os pensamentos recorrentes, as saudades, os planos para os próximos tempos e as dores. Ai as dores. Desde a ponta do pé. E ia jurar que conseguia ouvir as pontas do cabelo a gritar de cansaço. Nem consigo descer as escadas sem parecer que estou toda desconjunturada. Mas hoje vou correr outra vez. Para além de não poder dar parte fraca ao pé da mana Rita, dizem que a dor há-de passar. E é viciante, a corrida. Se virem para aí uma pessoa a correr de uma forma estranha, não sou eu. É a mana Rita. Eheheh.

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terça-feira, dezembro 28, 2010

Terça-feira

Hoje à noite vou ignorar as dores que tenho da corrida de ontem, e vou (tentar) correr novamente. A essa hora costumo estar noutro local, onde esta semana não irei. Não que a companhia da corrida seja má, que é até bastante boa, mas com este frio, estaria muito melhor "no sítio do costume". No entanto, à falta disso, fazer exercício parece-me uma boa opção para deitar as "mágoas" cá para fora.
(E à noite vou fazer compras para ver se o dia termina melhor do que começou.)

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segunda-feira, dezembro 27, 2010

Eu e a mana Rita

Combinámos ir caminhar hoje. A certa altura começou a chover e tivemos que correr. Corremos 1o minutos, dos 30. Soube bem. Acho que vou começar a fazer isto todos os dias. Podia era estar menos frio. De qualquer forma, a sensação pós exercício é óptima, o banho sabe divinalmente e estas dores nas pernas até se suportam bem. Há 5 anos e tal que não corria. Confesso que já tinha saudades. Até era capaz de voltar a correr (embora também goste bastante de andar). Para amanhã, já está combinada nova caminhada (visto que não irei onde costumo ir à Terça-feira). Talvez assim custe menos o dia, que se adivinha terrível.

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terça-feira, novembro 16, 2010

As visões simplistas não tem que ser necessariamente más

As críticas não são as melhores. Que é "escritora light". Como se quem lesse Saramago fosse superior a quem lê livros dela. Margarida Rebelo Pinto. Mas podia ser Eça de Queirós, ou Dan Brown. António Lobo Antunes ou Umberto Eco. Paulo Coelho ou Patrick Sushkin. Fernando Pessoa ou Sophia de Mello Breyner. Tanto me faz. Gosto de ler. Gosto muito de ler. E se há livros que jamais esquecerei, o Equador é um bom exemplo. Adoro um bom romance histórico. Mas isso não invalida que não me tenha dado prazer ler livros dela. Gostei do "Portugês suave". Talvez pela sua suavidade. E ela não podia estar mais certa quando escreve:

´O maior inimigo de um amor pleno é o medo. O medo de não ser suficientemente amado, de não amar o suficiente, de não sermos a pessoa que pensamos que o outro quer, o medo da responsabilidade, da rotina, do compromisso, o medo de falhar, de se deixar ir, de amar e de se deixar amar.´

(E sim, também gosto de livros infantis e de banda desenhada. O principezinho e a Fada Ariana. E já li livros de "Uma aventura" depois da adolescência. Quem é que nunca comeu papa de bebé em adulto?)

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segunda-feira, novembro 15, 2010

Eu avisei que a minha vida estava a mudar

No Sábado passámos o final de tarde em casa (e a frase podia parar aqui que já mereceria um "Uaaau") e eu estive deitada no sofá (pronto, se a frase terminasse aqui mereceria um enorme "Uaaaaaaau"), duas horas sossegada (bem, "uaaaaaaaaaaaaaau") a ver um filme. Uaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaau. Não me lembro da última vez que isso aconteceu. Se disser que foi há mais de dez anos, não estarei nem de perto, nem de longe, a mentir.

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