segunda-feira, abril 09, 2012

O que ficamos a saber sobre nós ou "nem sempre onde há fumo, há fogo"

A mana R. veio cá a casa ver o Sporting-Benfica e quando acabou o jogo, foi ao Facebook e leu-me uma daquelas frases que passam de perfil em perfil:
"Gosto de boatos. Fico a saber coisas sobre mim que não sabia."
Lembrei-me imediatamente duma situação engraçada. Há uns meses, a minha irmã telefonou-me a dizer que no meu local de trabalho duas pessoas tinham dito à P. que a minha casa tinha sido assaltada. A P. achou estranho e disse que não era possível, só se tivesse sido nesse mesmo dia, visto que já tinha estado com a minha irmã de manhã e ela não lhe tinha dito nada. Que me tinham levado a mobília toda (quem conhece a minha casa, nesta parte do diálogo ficaria logo elucidado que por motivos óbvios, não havia maneira de levarem a mobília). E até tinham levado uma bicicleta. E que os ladrões tinham sido 3 indivíduos que já tinham sido apanhados e ouvidos pela polícia, mas que estavam em liberdade. Etc, etc. Uma história altamente elaborada, com pormenores fantásticos.
Eu (e o meu sentido de humor) não aguentei(ámos) e assim que "apanhei" uma das ditas senhoras que contou os pormenores do assalto, disse assim em tom de brincadeira:
- " Bem agora vou ter de ir a pé para casa, roubaram-me a bicicleta."
A P. começou a rir-se enquanto dizia entre-dentes:
-" A bicicleta não era dessas, era daquelas estáticas, de ginástica."
E assim fiquei a saber que me roubaram um objecto (do demo) que nunca tive e que enquanto tiver alguma sanidade mental, jamais terei. Já tenho cabides em casa, não preciso de um com forma de bicicleta.

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quinta-feira, novembro 03, 2011

Dias

Não sei se ria, se chore.

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sábado, outubro 29, 2011

Estudo

No tempo de estudante, na altura dos exames, quando tinha de estudar, até os anúncios publicitários tinham interesse. Valia tudo para desviar a atenção do estudo. Há coisas que nunca mudam. Se chega o final do dia 22, até penso que é mentira.

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sexta-feira, outubro 28, 2011

Voltar

Tem sido difícil passar por este meu cantinho e ignorá-lo. Fingir que não existe. Por tudo. Porque aqui estão muitas memórias da minha vida. Por aqui passei momentos que ficarão para sempre imortalizados nestas linhas. Porque aqui sou mais eu.
As redes sociais valem o que valem. Não sou fã. Frequento porque a mudança dos tempos nos leva até àquele mundo. É onde posso comunicar com quem mais amo, mesmo que não seja a minha forma favorita de o fazer. Digamos que me vou habituando. Mas se desaparecessem provavelmente só notaria nos primeiros tempos.
Aqui é diferente. Digo o que penso, o que sinto. Num círculo mais restrito. Muitas vezes escrevo o que vivo. Outras tantas apenas a forma como gostaria que a vida se desenrolasse. E o que eu gosto de poder dar largas à imaginação e voar. Sonhar que posso viver desta ou daquela forma e encarnar este ou aquele papel. E é isso que aqui é diferente. Neste cantinho, é possível voar e sonhar.

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terça-feira, maio 24, 2011

Porque só assim faz sentido continuar por aqui

Estou a pensar seriamente "trancar este cantinho" e só dar a "chave" a alguns.
Para convite: patriciangelico@gmail.com

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sábado, maio 07, 2011

Hoje...

Dia de arejar as fitas e a capa. Que saudades...

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quarta-feira, maio 04, 2011

15 dias depois

Tenho muito para dizer, mas por um motivo ou por outro, não o tenho feito aqui.

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sexta-feira, abril 01, 2011

Porque há coisas que não mudam...

Vamos mesmo embora deste cantinho. Hoje. Encontramo-nos por aqui.

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domingo, março 27, 2011

Desde criança

Gosto muito, muito, muito de Nestum. (Claro que nem tanto como de chocolate Milka, mas quase.)

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sexta-feira, março 25, 2011

Fim de semana

Se houver um prémio para a pessoa que faz mais malas durante a vida, duvido que alguém me ganhe. Fazer é bom, desfazer é muito mau.
(Só me custa muito ficar longe das minhas filhas. E provavelmente pela primeira vez, duas noites. Aiiii.)

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segunda-feira, março 14, 2011

Terça-feira

Amanhã não será com certeza um dia fácil. Nunca mais perco este mau vício de sofrer por antecipação...

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No Sábado à noite...

decidi voltar a esta minha casa. Não se abandona "um lar" onde nos sentimos bem. Não se abandona um local que não tem nada a ver com os nossos problemas. Estou de volta.
(E obrigada...)

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quinta-feira, março 10, 2011

Desta pausa

Agradeço muito a vossa preocupação. As mensagens, os mails, os telefonemas, as conversas. Nunca duvidei que tivesse amigos. Foi aliás sempre uma das mais valias da minha vida. Considero até que tenho sorte. Tenho tido mesmo muita sorte. Em ter grandes amigos durante toda a minha vida. Do que têm feito por mim, mesmo quando não estou tão presente como gostaria. Mesmo com as minhas limitações. E não vos podia estar mais agradecida por isso. Pela vossa amizade, carinho e miminhos. Mas neste momento não me sinto ainda capaz de voltar. Estou num momento de introspecção. Embora tenha certeza que um dia voltarei, não poderei dizer quando. Porque eu própria não sei. Mas quero muito voltar.

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domingo, março 06, 2011

Até já ou adeus

Já o tinha aqui dito, há uns dias. Por vezes a vida coloca-nos novas questões. Quando menos estamos à espera. E as respostas nem sempre são fáceis. Para nós, para a nossa vida. Neste momento preciso de repensar muitas situações. E não sei o dia de amanhã.
É com a maior tristeza que suspendo este cantinho. Onde deixei tanto de mim. Não sei se regressarei. Obrigada a quem viveu connosco esta nossa vida. Amanhã será com certeza um dia melhor.
(Estamos todos bem.)

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quinta-feira, fevereiro 24, 2011

Tempos futuros

Tenho um ar frágil. Sempre mo disseram. Talvez porque eventualmente na maioria das vezes o seja mesmo. Frágil. Sensível. Mas quando me deparo com as dificuldades, dispo o meu ar frágil e visto a capa de guerreira. Até agora funcionou bem. Mas como o dia de amanhã ainda ninguém o viu, apenas posso esperar nunca perder esta capacidade.

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Do sentir

Amanhã (que já é hoje), despedimo-nos do nosso carrinho que nos deixou a pé há um mês. Bem sei que avariar daquela maneira merecia um castigo condizente. E que devia estar contente porque provavelmente o novo veículo não nos repetirá a gracinha . Mas este é o nosso carro. Comprámo-lo no início do nosso casamento. Tem a nossa história. A aventura pela Europa fora. A primeira viagem da Mariana, da maternidade até casa. Outras tantas de datas tão importantes. Tal como da Matilde. As viagens dos meus cursos. Das nossas férias. O que já desesperei naquele carro. As alegrias que ele já transportou. Se ele falasse, o nosso primeiro carro... Que daqui a uns dias iniciará uma nova história. Que não será a nossa.
Vou ali devorar mais uns chocolates Milka e já volto.
(E ninguém leva o nosso carro sem as "minhas" fotografias de despedida.)

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terça-feira, fevereiro 22, 2011

Para quem perguntou...

Sim, estou viva. Mas cansada.

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quinta-feira, fevereiro 17, 2011

Noite

Não fui onde costumo ir à Quinta-feira à noite e não fomos jantar a casa da minha mãe, que veio jantar cá connosco. É uma Quinta-feira "anormal" e dá-me a sensação que nem sequer é outro dia qualquer da semana. E estou cheia de frio. Que noite tão "estranha".

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segunda-feira, fevereiro 14, 2011

Do amor

Para mim o dia dos namorados não é um dia qualquer, igual aos outros. É um dia especial. Todos os dias são bons para celebrar o amor, claro. Mas existir o "dia do amor", é espectacular. Pelo menos para mim que adoro fazer e receber surpresas. E uma surpresa pode ser tão simples, mas se é preparada a pensar naquela pessoa, vai ser especial, com certeza. E embora todos os dias as possamos preparar apaixonadamente, quantas vezes a falta de tempo nos serve de desculpa? Mas no dia dos namorados, não. Namorados, casados e apaixonados. Todos.
E se alguém duvida que este dia nasceu duma linda história, pode conhecer S. Valentim aqui. Rende qualquer um, ao encanto do dia dos namorados. Pelo menos a mim rendeu. Porque eu ainda acredito no amor.

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sexta-feira, fevereiro 11, 2011

Na continuação do post anterior

Na escola nunca estudei os planetas. Não sei se naquela altura não fazia parte do programa ou se estaria doente quando foi dada essa matéria. Também confesso que nunca tive curiosidade para saber de cor a sua posição ou tamanho. Conheço-lhes os nomes. E bastou-me até aos 34 anos.
Um dia a Mariana estava a dizer o nome dos planetas e eu confessei ao Pedro esta minha ignorância. Claro que ele começou logo:
-" Eh, aluna de 20 (nada exagerado...) e não sabe os planetas. Sabes tudo e não sabes os planetas?..."
Eu, que não sou de meias medidas cheguei a casa e...
Mercúrio, Vénus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano, Neptuno, Plutão (para mim ainda é planeta)
E voilá. Menino Pedro, engula tudo o que disse, que nem que eu viva até aos 100 anos, jamais me esquecerei da ordem dos planetas. E foi assim que aos 34 anos dei um grande passo para me tornar sábia. Eheheh.

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