Lembrei-me agora
No aeroporto temos que passar naquele detector de metais horrível, que às vezes até nos faz descalçar (E eu acho que ficar descalça é como ficar nua, mexe na nossa intimidade. Manias).
Quando estávamos em Lisboa para passar na dita máquina, eu passei primeiro. Não apitei (yes, que isto de apitar stressa-me). Depois era suposto a Marianinha passar sozinha. Estão a ver a cena, não estão? Eu de um lado da dita máquina, baixada de braços estendidos a chamar alegremente por ela, para ver se a convencia. O Pedro atrás dela. E aquela coisa e um polícia de cada lado. Ela choramingava e dizia que não. Chamava por mim. Sentou-se no chão. Até que uma alma caridosa se lembrou de dizer que já que eu não tinha apitado podia passar novamente e ir buscá-la. Fui. Não apitámos mas tivemos que ir mostrar a mochila que tinha comida para ela.
Ainda bem que pensam na segurança, mas acho que tão depressa não se esqueçam da birra dela. (E as pessoas atrás e dos lados olhavam. E eu chamava por ela... Ela parecia possuída pelo demónio...)
Não me lembro como foi o ano passado...
Etiquetas: Férias 07
2 Comments:
É sempre nas alturas mais impróprias, não é? E depois os olhares ainda nos deixam mais incomudadas!
Beijinhos
que situação mais caricata! A Mariana até pode ser uma traquinas mas está longe de ser uma terrorista. hihi.
beijocas
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