sábado, abril 14, 2012

14 de Abril

Passaram 11 anos e ao contrário do expectável, não dói menos.

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domingo, outubro 02, 2011

2 de Outubro

A Mariana perguntou-me como era possível ouvires-nos cantar-te os parabéns se o céu é tão longe.
A Matilde quis saber se ninguém ia à tua festa e porque é que não descias do céu e vinhas ter connosco. Respondi-lhes que estás sempre perto de nós e que nos segues sempre. E é isso que sinto. Hoje, naquele que para mim será sempre o teu dia. Nos restantes dias do ano, também. Que nos acompanhas, segues e proteges. Nos acaricias e mimas. Que choras os nossos medos, fracassos e derrotas e sorris nas nossas conquistas. E que te carregamos no coração. Para sempre.
Parabéns papá. Amo-te.

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quarta-feira, abril 13, 2011

10 anos

Amanhã é dia 14. Depois de amanhã dia 15, claro. Se eu pudesse apagar dois dias do calendário seriam com certeza esses.

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segunda-feira, março 21, 2011

Amo-te papá- 19 de Março

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terça-feira, fevereiro 08, 2011

Dia de amanhã

Penso em ti, a cada segundo da minha vida. Tanto amor. Demasiadas saudades..

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domingo, janeiro 30, 2011

Sonhos

Esta noite queria sonhar contigo. Fico à tua espera. Amo-te..

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sábado, janeiro 15, 2011

Saudadinhas

Fazes-me tanta falta..

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quinta-feira, dezembro 30, 2010

Sinto tanto a tua falta. Como todos os dias. De ouvir a tua voz. De te abraçar. De sentir o teu conforto nos momentos mais difíceis. De partilharmos os bons momentos. Do teu cheiro.
Preciso de ti. Agora. Aqui. Nos meus sonhos. Onde é possível estarmos juntos. Onde não há a imensidão a separar-nos. Para me aninhares nos teus braços enquanto me dizes que vai tudo passar. Fico à tua espera.
Amo-te como sempre.

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quinta-feira, dezembro 16, 2010

Querido Pai Natal:

Como sabes, a tua época festiva é a minha favorita. E só por isso já mereço um presente, certo? Nem vou perder tempo a demonstrar por "a+b" que me portei tão bem este ano, que não só mereço um presente, como mereço até um super presente. Tu sabes que sim. Afinal andas sempre a espreitar-nos, não é?
Pois bem, é simples o meu presente. Não precisas de procurar um papel bonito nem um grande laço cor-de-rosa. Podes dar-mo assim. Com a simplicidade com que to estou a pedir.
Este Natal queria ter a companhia de todos os que amo e não posso ter fisicamente junto a mim. Dos que já partiram, dos que moram longe, dos que moram perto mas não estão junto a nós. Só isto. Só sentir que estão comigo. Que partilham cada cheiro, cada palavra, cada gesto. Que sorriem para as fotos. Que escutam as nossas brincadeiras. E que nos abraçam nesta noite do amor.
Demasiado simples? Mas para mim tão importante.
Prometo não te desiludir no próximo ano. Vou acreditar sempre em ti. Tu sabes.
Patrícia

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terça-feira, novembro 02, 2010

Como é possível...

que amar possa ser tão delicioso e doer tanto, ao mesmo tempo?

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quarta-feira, outubro 20, 2010

31-32- EU

O dia não foi fácil. Cheio de emoções. E para o terminar, despedimo-nos do nosso carrinho que vai para abate amanhã. Vem outro. Novo. Pois, mas não é o carro que o meu pai deu à minha mãe quando ela ficou doente. Adaptado para ela. Comprado a pensar nas suas limitações. Escolhido pelo meu pai. Eu sei. É apenas um carro. Mas tem um valor sentimental incalculável. E o "sádico" do vendedor a dizer para tirarmos fotos à vontade que amanhã ele seria desfeito. Que visão linda. O carro todo espalmado... Talvez ele não saiba que não se dizem estas coisas a um coração sensível como o meu. Vou ali recordar a noite de Natal, em que o carro tinha um grande laçarote e os meus pais estavam felicíssimos, e já volto.

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sábado, outubro 02, 2010

Para ti

Hoje abraçaste-me ternamente enquanto te cantava silenciosamente os parabéns. Chegaste levemente, beijaste-me a face e deixaste o teu braço em redor de mim. Aninhei-me. Sorri. Senti o teu cheiro ali. O teu respirar. Tão perto de mim. Calmo. Rítmico. Nuns segundos. Só nossos. Tu e eu. Numa pausa de silêncio. Calma.
Depois partiste novamente. Dali, do nosso aconchego. Apressado. E entraste novamente no meu coração. Onde te carrego todos os dias enquanto viver.
Parabéns papá. Amo-te como sempre, para sempre.

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terça-feira, julho 20, 2010

35 anos

Foi sempre um casamento exemplar. De um amor inigualável. De abraços, de mimos. Tanta dedicação.
Tive o prazer de assistir emocionada à festa dos 25 anos. Onde renovaram votos. E foi a última vez que festejaram. Infelizmente. Lamento tanto.
Seriam 35, hoje. E a festa que seria...
Parabéns mamã e papá pela vida que construíram os dois. Por esse amor. Eternamente.
Amo-vos.

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quarta-feira, abril 14, 2010

14 de Abril de 2001

Um dia destes, alguém me "entrava pelo trabalho adentro", e falava-me de ti. Da tua bondade. Do teu dom. Escutei maravilhada. Adoro ouvir falar de ti. Das tuas histórias. De terminarem sempre entre risos. Daqueles risos que tu tanto gostavas. E olhava para a outra pessoa, que me parecia tão mais velha que tu. Tu, que serás sempre novo, entre nós. Que não te foi permitido envelhecer. 48 anos. Como foi possível acontecer?
Hoje doeu. Muito. Mais uma vez. As datas. Sempre as malditas datas. E as horas. Das 14 às 15. Perdida, como naquele dia. Sem rumo. Muitas lágrimas. Nove anos depois, não doeu menos. Para sempre, assim. 14 de Abril. Imagens que se repetem.
Amanhã, novas imagens. Da despedida. Do sorriso de calma. Dos abraços. Da multidão. E por fim, o vazio. O tudo e o nada. O desespero...
Mas sinto-te. Aqui. Onde estiveste sempre. Ao meu lado. Quando me segredas aquelas palavras que jamais esquecerei. A estrela cadente. A força vem daí. De ti. Dum amor eternamente eterno. Desmesurado.
Amo-te como sempre, para sempre, papá.

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segunda-feira, outubro 05, 2009

Acerca do meu último post

Recebi isto de um amigo. Obrigada A.. Confesso que chorei, porque me revi neste pequeno filme. Mas adorei. Um beijo.

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sábado, outubro 03, 2009

2 de Outubro 2009

Farias 57, mas nunca te comemorámos os 49. Eras novo demais para partires assim e todos os dias o lamento. Mas consegui ter-te volta, pelo menos por uns momentos. Desde que partiste, comecei a sonhar contigo. No início eram apenas pesadelos, que me faziam reviver aqueles que foram os onze meses mais difíceis da minha vida. Durante muito tempo sonhava contigo e com a tua doença. Chorava contigo, revoltava-me, sofria, como se a vida nos "permitisse" sofrer mais um pouco. Acordava de rastos. E foi assim durante alguns anos. Até que um dia percebi que por mais que doesse, não irias voltar nunca. E deixei-te partir finalmente. Com a mesma dor, mas com outra esperança. Secreta. Que jamais partilharei. Sei que vai acabar por ser assim. E esses pensamentos permitem-me continuar todos os dias. E sonhar contigo, doutra perspectiva. Em cada sonho, apareces feliz, com aquele sorriso que te caracterizava. E já não estás doente, porque já te curaste. Assim. Sei que estiveste doente, mas venceste a doença. E rimos muito e abraçamo-nos. Também discordas comigo. Ralhas, chamas-me a atenção. Tudo tão real. E eu acordo renovada. Cheia de ti. Serena.
Hoje cruzaste o meu sonho novamente. Apareceste, sorridente como sempre, olhaste para mim, piscaste o olho e saíste. Percebi-te. Sei de cor, o que vieste dizer-me. Procurei-te mais uma vez durante todo o sonho, embora soubesse que hoje seria apenas assim. Insanidade? Não. Um amor insubstituível e eterno. Que aprendi a reviver à minha maneira.
Amo-te como sempre, para sempre, papá. Parabéns.

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sábado, junho 13, 2009

12 de Junho de 1970

Foi há 39 anos, nesta noite de S. António que os meus pais se conheceram.
(Nostalgia...)

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terça-feira, abril 14, 2009

14 de Abril

Oito anos depois a mesma dor, a mesma saudade, o mesmo desejo secreto. Amo-te papá.

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sexta-feira, outubro 03, 2008

Dos parabéns ao avô Emídio

Um nó na garganta foi o que senti ontem, enquanto lhe cantávamos os parabéns à janela para depois lhe mandarmos os beijinhos até ao céu. A alegria das pequenas, e a forma como mandaram os beijinhos para o céu. E mais, nunca o conheceram. Senão teria sido ainda mais efusivo, tenho a certeza.
Para o ano teremos também a Matilde colada ao vidro a atirar beijinhos para o ar. Este ano apenas assistiu.

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quinta-feira, outubro 02, 2008

Parabéns papá

É impossível passar este dia sem pensar a cada segundo, em ti. Na festa que faríamos, nos abraços, nos beijos e nos presentes trocados. Na alegria do teu 56º aniversário.
Tenho demasiadas saudades num dia que deveria ser de festa. Num dia que merecias estar cá para apagares as velas e pedires um desejo.
E lamento tanto por ti. Pela tua alegria de viver. Pela tua sede da vida.
E as meninas. O que elas gostariam de apagar as tuas velas, saltar para o teu colo e beijarem o rosto do avô "Mido".
Aí no céu, espero que possas sorrir quando logo à noite te cantarmos os parabéns. E espero também que recebas o meu beijo e o meu abraço carregadinho de saudades. Amo-te tanto. Parabéns papá.

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