14 de Abril
Passaram 11 anos e ao contrário do expectável, não dói menos.
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A Mariana perguntou-me como era possível ouvires-nos cantar-te os parabéns se o céu é tão longe.
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Amanhã é dia 14. Depois de amanhã dia 15, claro. Se eu pudesse apagar dois dias do calendário seriam com certeza esses.
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Penso em ti, a cada segundo da minha vida. Tanto amor. Demasiadas saudades..
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Sinto tanto a tua falta. Como todos os dias. De ouvir a tua voz. De te abraçar. De sentir o teu conforto nos momentos mais difíceis. De partilharmos os bons momentos. Do teu cheiro.
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Como sabes, a tua época festiva é a minha favorita. E só por isso já mereço um presente, certo? Nem vou perder tempo a demonstrar por "a+b" que me portei tão bem este ano, que não só mereço um presente, como mereço até um super presente. Tu sabes que sim. Afinal andas sempre a espreitar-nos, não é?
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que amar possa ser tão delicioso e doer tanto, ao mesmo tempo?
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O dia não foi fácil. Cheio de emoções. E para o terminar, despedimo-nos do nosso carrinho que vai para abate amanhã. Vem outro. Novo. Pois, mas não é o carro que o meu pai deu à minha mãe quando ela ficou doente. Adaptado para ela. Comprado a pensar nas suas limitações. Escolhido pelo meu pai. Eu sei. É apenas um carro. Mas tem um valor sentimental incalculável. E o "sádico" do vendedor a dizer para tirarmos fotos à vontade que amanhã ele seria desfeito. Que visão linda. O carro todo espalmado... Talvez ele não saiba que não se dizem estas coisas a um coração sensível como o meu. Vou ali recordar a noite de Natal, em que o carro tinha um grande laçarote e os meus pais estavam felicíssimos, e já volto.
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Hoje abraçaste-me ternamente enquanto te cantava silenciosamente os parabéns. Chegaste levemente, beijaste-me a face e deixaste o teu braço em redor de mim. Aninhei-me. Sorri. Senti o teu cheiro ali. O teu respirar. Tão perto de mim. Calmo. Rítmico. Nuns segundos. Só nossos. Tu e eu. Numa pausa de silêncio. Calma.
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Foi sempre um casamento exemplar. De um amor inigualável. De abraços, de mimos. Tanta dedicação.
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Um dia destes, alguém me "entrava pelo trabalho adentro", e falava-me de ti. Da tua bondade. Do teu dom. Escutei maravilhada. Adoro ouvir falar de ti. Das tuas histórias. De terminarem sempre entre risos. Daqueles risos que tu tanto gostavas. E olhava para a outra pessoa, que me parecia tão mais velha que tu. Tu, que serás sempre novo, entre nós. Que não te foi permitido envelhecer. 48 anos. Como foi possível acontecer?
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Recebi isto de um amigo. Obrigada A.. Confesso que chorei, porque me revi neste pequeno filme. Mas adorei. Um beijo.
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Farias 57, mas nunca te comemorámos os 49. Eras novo demais para partires assim e todos os dias o lamento. Mas consegui ter-te volta, pelo menos por uns momentos. Desde que partiste, comecei a sonhar contigo. No início eram apenas pesadelos, que me faziam reviver aqueles que foram os onze meses mais difíceis da minha vida. Durante muito tempo sonhava contigo e com a tua doença. Chorava contigo, revoltava-me, sofria, como se a vida nos "permitisse" sofrer mais um pouco. Acordava de rastos. E foi assim durante alguns anos. Até que um dia percebi que por mais que doesse, não irias voltar nunca. E deixei-te partir finalmente. Com a mesma dor, mas com outra esperança. Secreta. Que jamais partilharei. Sei que vai acabar por ser assim. E esses pensamentos permitem-me continuar todos os dias. E sonhar contigo, doutra perspectiva. Em cada sonho, apareces feliz, com aquele sorriso que te caracterizava. E já não estás doente, porque já te curaste. Assim. Sei que estiveste doente, mas venceste a doença. E rimos muito e abraçamo-nos. Também discordas comigo. Ralhas, chamas-me a atenção. Tudo tão real. E eu acordo renovada. Cheia de ti. Serena.
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Um nó na garganta foi o que senti ontem, enquanto lhe cantávamos os parabéns à janela para depois lhe mandarmos os beijinhos até ao céu. A alegria das pequenas, e a forma como mandaram os beijinhos para o céu. E mais, nunca o conheceram. Senão teria sido ainda mais efusivo, tenho a certeza.
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É impossível passar este dia sem pensar a cada segundo, em ti. Na festa que faríamos, nos abraços, nos beijos e nos presentes trocados. Na alegria do teu 56º aniversário.
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