terça-feira, janeiro 12, 2010

Consulta dos 18 meses

Correu bem. Quando entrou, reconheceu o local e começou logo a encolher-se. Não berrou, nem sequer chorou. Apenas fez um beicinho e umas queixinhas, enquanto ouvia atentamente a Dra. Deixou auscultar, pesar, medir e fazer o restante exame. Falou muito. Pediu a "históia", chamou os "anhimais" (animais), etc. Na auscultação, parece que ainda tem muita expectoração. Mostrou o dente partido mas detestou que ela lhe visse a garganta (quem sai aos seus...). Tudo o resto "está óptimo". "Cresceu muito bem, o peso também aumentou bem". A médica elogiou o facto de ela se ter portado bem na "terrível" consulta dos 18 meses. Disse que ela em vez de se pôr a berrar, ouviu-a a dizer que não custava nada, e como não custou mesmo, percebeu que não valia a pena chorar. Linda menina.
Falámos da Mariana. Depois da vacina da gripe A.
Voltamos aos 24 meses.

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sexta-feira, dezembro 04, 2009

O maior susto

Depois da crise que teve dia 13 de Novembro, a Mariana ficou melhor. Andou um ou dois dias até recuperar totalmente, como costume. Passou essa semana, e na semana seguinte teve tosse um ou dois dias em momentos isolados, mas nada de especial. Na sexta-feira (27), veio com tosse da escola. Fomos a um aniversário à noite e ela esteve sempre com aquela tosse irritativa. De repente começou com uma tosse funda, estridente. Auscultei-a e estava péssima. Fomos directamente ao hospital, que estávamos perto e nem liguei para a linha saúde 24, como costumo fazer. Não havia tempo. Fizeram-lhe o Salbutamol. O turno médico mudou entretanto, e quem a observou depois, foi uma pediatra nova e muito competente. Auscultou-a entre cada "máscara" e estava super atenta. Como a situação estava complicada, fez-lhe adrenalina também. Apanhei o susto maior, desde que sou mãe. Viemos para casa já de madrugada, com a Mariana medicada com o Rosilan novamente e com uma consulta de asma marcada. Pela médica que embora seja ainda nova, não se preocupou de passar "por cima" da opinião da pediatra da minha filha. Durante a madrugada, eu nem conseguia adormecer tal era o estado de nervos. Ela ainda não estava nada bem mas precisava de descansar. Dormiu mal também. Connosco, para estarmos sempre alerta. No Domingo à noite, quem a visse não diria que tinha tido aquela crise. Ficou bem. Na segunda de manhã marquei uma consulta com uma pneumologista, que por sorte (de alguém ter desmarcado), consegui nesse mesmo dia.

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sexta-feira, outubro 30, 2009

Consulta 15 meses e final da noite

Na segunda-feira, fomos à pediatra com a Matilde. Consulta dos 15 meses. Até correu bem. Só choramingou um bocadito. Subiu no percentil da altura, desceu ligeiramente no peso. As últimas semanas em que andou doente, não devem ter ajudado. A Dra achou que a expectoração que tem tido, seria fruto de uma adenoidite, e prescreveu-lhe antibiótico.
A Mariana ficou na sala de espera a brincar e depois foi lá ter à consulta, como costume. Começou por dizer que tinha fome e cocó. A Dra estava ao telefone com a mãe dum miúdo que supostamente tinha gripe A. Ele estava a tomar o Tamiflu, mas não lhe tinham feito zaragatoa. E a conversa continuava. A miúda, que anteriormente apenas dizia que tinha fome e cocó, passou ao plano B: berrar. E eu a tentar acalmá-la. O Pedro a dizer para a ignorar. Tentei. Até ela passar ao plano C: espojar-se no chão. Eu a tentar controlá-la, e ela tipo touro enraivecido, em frente a um toureiro a acenar um pano de cor berrante. Apeteceu-me espancá-la. Sim, porque às vezes apetece-me calar as lindas boquinhas, das minhas (ainda mais lindas) filhas com palmadas. E berrar mais que elas. Mas pronto. Antes da consulta terminar, ainda foi preciso auscultar a Mariana e ver-lhe a garganta, para ver se levava o mesmo tratamento da irmã. Deixou auscultar mas para abrir a boca, foi voluntária à força. Saiu de lá a chorar a dizer que eu a tinha magoado nos dentes. E eu com uns nervos.
Passámos à farmácia e ao supermercado. Quando chegámos a casa vestimos os (4) aventais e a Matilde começou logo: "Uaaau". A Mariana já recomposta da birra, que entretanto já tinha comido na viagem, ajudou a fazer o jantar e estava felicíssima. A Matilde foi ao frigorífico, abriu-o, escolheu um iogurte dos dela, abriu a tampa, e enquanto o segurava com a mão esquerda, comia com dois deditos da mão direita. Até eu lhe oferecer uma colher (assim já não tinha piada). Continuou a fazer disparates (mas o raio da miúda tem piada, mesmo com tanto disparate junto). Eu tentei ajudar o Pedro, que se esmerou, mais uma vez com o jantar. No final da refeição, ainda brincámos e lemos uma história. Vi as horas pela última vez às 22.21 h. Há muito tempo que não me deitava tão cedo. Tudo está bem quando acaba bem.

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quarta-feira, julho 15, 2009

Consultas

Ontem foi dia de consultas: dos 12 meses da pequena e dos 4 anos da maior.
A maior portou-se super bem e a pequena super mal. Nunca a tinha ouvido gritar assim. Mas está excelente, segundo a médica. Admirou-se de ela já dizer tantas palavras. Eu admiro-me mais da agilidade dela a trepar, a levantar-se e a mudar de direcção. Continua nos seus percentis de comprimento e peso e "está a deixar crescer a cabeça" (aumentou para P25 a sua cabecita pequena). Eu falei no facto dela ter ficado no P25 de peso desde os 6 meses quando iniciou o "maravilhoso" mundo das doenças. A médica perguntou-me se queria ter uma filha gorda. (E porque não? Se tiver uma alimentação equilibrada, até é bom estar num percentil mais elevado. Ao menos quando está doente "aguenta " melhor.)
A maior já nem precisava de nós na consulta. Excelente, até porque subiu o percentil de peso para P75-50 e já está a "rasar" o P75 na altura. Não me espanta. Tenho reparado na roupa. E come bem. Cá em casa somos de boa boca (o pai é o menos comilão).
Falámos um pouco das férias e da nova alimentação da Matilde. Ah, e da gripe A, claro. Nem era dia, se esse assunto não viesse à baila.
No fim, o pagamento a dobrar é que foi o pior. Mas antes isso que gasto em medicamentos ou outros que tais. (Nestas alturas é que tenho a certeza que não vou ter 3 filhos).

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terça-feira, setembro 16, 2008

O alívio

Está tudo bem.
A Matildinha tem um sopro vibratório, porque tem mais cordas tendinosas do que o normal, no ventrículo esquerdo. É apenas uma variação anatómica e passa com a idade. Nem tem que ser controlado. Estamos livres do cardiologista e o sopro também há-de desaparecer. É inocente.
Claro que a alegria e o alívio são indescritíveis. E claro também, que as lágrimas de alegria são bem mais "saborosas" que as de desespero.
Muito obrigada por tudo, a todas. Pela força. Pelo carinho. Que sejam recompensadas em dobro do que fizeram por nós.

E agora a próxima "prova de força" é quinta-feira às 9.30 h (à mesma hora há outra "prova de força" mas a pessoas insignificantes dá-se-lhes apenas a importância que merecem: nenhuma. E quando não se pagam cá, há-de haver justiça nalgum lado...)

Adenda- No fundo, no fundo, Deus tem-nos "carregado ao colo", nisto das doenças das nossas filhas. Com a Mariana foi o susto da displasia da anca. Agora isto. Mas felizmente não tem passado de (grandes) sustos.

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terça-feira, setembro 09, 2008

Difícil

Da consulta, apenas me lembro do chão me ter fugido debaixo dos pés quando ouvi "sopro que não me parece inocente". Claro que assim que vi que a Dra se estava a demorar na auscultação percebi que algo não estava bem.
Começou por dizer, talvez para aligeirar a situação que ela estava óptima no crescimento. Que não tinha curva de crescimento, tinha recta, tal era a forma com que cruzou percentis. Bem ali próximo do 75 na altura e peso. Entre o 10 e 25 no PC. Depois veio o pior. Que tinha ouvido um sopro e que pela intensidade não lhe parecia inocente. Explicou o que era e que achava que seria necessário uma consulta mais ou menos urgente. Para não esperarmos os 2 ou 3 meses de hospitais públicos.
Tentou acalmar-nos mas eu saí dali com um nó na garganta e muito, muito medo.
Agora vou chorar tudo o que tenho para chorar e tentar aguentar até 3ª feira, dia da consulta com o cardiologista pediátrico.
Os bebés não deviam poder estar doentes. A minha menina não merecia ter nenhuma doença. E eu sinto-me tão down, por ela. Pela minha princesinha linda. Que não merece...

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segunda-feira, setembro 08, 2008

Revisão pós-parto

Lá chegou o dia da consulta depois de tanta espera.
Assim que entrei, o médico começou logo:
-"Que elegante, já não tem barriga nenhuma. E está a amamentar, com essas mamocas" (Claro que fiquei contente, porque vindo dele é diferente de nos dizerem isso todos os dias. Em relação às "mamocas", eu bem disse que a Pamela Andersen ao pé de mim parece uma menina de 10 anos)
Perguntou-me em que dia tinha nascido a Matilde e como tinha sido o parto. Perguntou-me o peso dela e da Mariana e foi ver à ficha com que tempo tinha ela nascido e a Mariana. Expliquei-lhe resumidamente como tinha sido o parto e o internamento. Pediu-me que comparasse com o da Mariana, em Coimbra.
Mediu-me a tensão (10/7) e passou à observação.
Disse-me que estava com o "útero fantástico" e que a barriga estava normal, nem parecia que tinha sido mãe há 2 meses. E que a linha preta desaparecia. Depois perguntou-me se da outra vez também tinha tido assim tanto leite.
Fez-me o teste Papanicolau e estivemos a conversar sobre métodos anticoncepcionais, vida sexual e (contei-lhe a tua conversa, amor).
O resto da consulta nada teve a ver com ginecologia. Falámos de tudo e mais alguma coisa.
Prescreveu-me ferro porque tenho anemia (e a frequência cardíaca muito alta), e cerazette (que não vou tomar).
Está tudo operacional, portanto.

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quarta-feira, agosto 27, 2008

"Do tonto do meu marido" ou "S. não deixes a B. e a M. ler isto"

O Pedro já me tinha dito que não percebia porque é que tinha que ser o ginecologista a dar-nos "autorização" para reiniciar-mos as nossas intimidades. Ele acha que pode ser ele a inspeccionar e a dar a dita autorização. Nas férias, um dia às 10 da noite, "queria" que eu ligasse ao ginecologista a pedir a dita autorização. E mais, que tinha a certeza que estava tudo bem e como tal não sabia porque é que estávamos à espera da consulta.
Eu ainda inventei que a consulta tinha sido adiada só para o chatear, mas depois foi mesmo adiada e quem ficou zangada fui eu. Não por os mesmos motivos que os do Pedro. Que se fosse por isso, podia adiar só lá para o ano que vem. Eheheh.

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Consulta pós parto

Segunda feira era suposto ter tido consulta pós parto no Ginecologista. Decidiram desmarcar-me essa consulta na sexta feira e informaram-me que a tinham passado para dia 4. Pois bem, eu dia 4 já estou a trabalhar e não posso ir às horas que me foram impostas. Para além disso precisava mesmo da consulta e já a tenho marcada desde que a Matilde nasceu. Podiam tê-la desmarcado mais cedo (visto que o motivo foi as férias do médico e com certeza já sabiam que ele ia de férias). Até porque se o tivessem feito, eu estava em casa e podia ter ido à consulta nessa semana. Fiquei passada e disse-lhes porquê. Pediram desculpa mas eu é que fiquei com a consulta adiada.

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quinta-feira, julho 31, 2008

4ª "consulta" de pediatria

Ontem fomos à pediatra do Centro de Saúde. Aproveitámos a consulta porque a consulta na pediatra já tinha sido aos 8 dias (como ela disse, foi quase à saída da maternidade).
Nesta consulta, foi medida e pesada e depois das perguntas da praxe, disse-me que ela estava a crescer e a aumentar de peso muito bem (cerca de 50 gr por dia desde que recuperou o peso à nascença, tendo já 3610 gr) e que por isso não tenho que a acordar de noite (obrigada pelas vossas dicas, também).
Fez-lhe o exame, pesquisando os reflexos e fez a auscultação. Disse-me que ela estava óptima e que estávamos em boas mãos porque a pediatra dela é óptima. Disse-me ainda que a consulta era mais rápida por eu já ter o Vigantol, Ben-u-ron e todas as indicações. Foi muito simpática e fiquei mais descansada por ela ser observada mais uma vez.
A primeira vez que foi observada foi ainda no hospital, à nascença. Depois, antes da alta. Esta foi a 4ªa vez que foi observada. Não há pediatra que lhe escape. Eheheh.

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quinta-feira, junho 26, 2008

Da consulta

A outra novidade é que se a Matildinha não nascer até dia 7 (lá se vai a minha festa de aniversário), nesse dia temos consulta e ele dá um toquezito. Se for como da Mariana nascerá nesse dia ou no dia a seguir (tu bem dizes, Xana). Se nascer dia 8, nasce precisamente com o tempo de gestação da Mariana (e já não será prematura...). Mas como deixo hoje de tomar a medicação, vamos ver.
Já disse que estou muito feliz? (No início não achei grande piada ao dia da consulta, mas sinceramente o que interessa é que ela já está cefálica e que assim em princípio ainda posso festejar o aniversário da minha princesinha dia 1).

Adenda- O médico começou por perguntar quando queria que ela nascesse. Eu lá lhe disse que ela estava pélvica. E ele "leva-me" para a sala da eco e põe o ecógrafo na zona abdominal inferior e vê que já não. Fez-me a colheita para estreptococos. Fez o toque e combinámos para dia 7, que dia 3 ainda era cedo. Vim embora. Estava cheio de pressa e nem fui vista na sala normal. Só depois fui fazer o resto das análises às 13 horas.

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Feliz, feliz, feliz, feliz

A minha menina já deu a volta. Está cefálica. Estou tão felizzzzz.

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Exigem cada coisa às grávidas

Comer às 5 e tal da manhã, voltar a dormir e depois ir fazer análises, é ir em jejum, não é?

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quarta-feira, junho 25, 2008

Do dia

Exaustão, foi ao que cheguei hoje. Pensei que nem conseguiria vir a conduzir para casa.
Agora estou mais calma, mais descansada. Amanhã é dia de consulta (yes) e não fosse ter que ir em jejum para fazer análises, seria perfeito.
(E não quero pensar se ela está sentada, deitada ou em pé, agora só quero pensar que vou "vê-la" e que já tenho tantas saudades daquela imagem a preto e branco).

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quinta-feira, junho 19, 2008

Observação

Pois bem. Viemos agora do obstetra, onde fui observada, que é como quem diz, "tocada". Parece que tenho o colo do útero permeável a um dedo, mas que "está quase tudo na mesma", ou seja, aguentaremos até à próxima consulta de hoje a oito dias. Não nos fez eco e por isso não sei se continua pélvica. Estamos no bom caminho.

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sexta-feira, junho 06, 2008

Preciso mesmo,

de mezinhas e afins, para tentar fazer com que esta miúda dê a volta, e volte à posição cefálica. Alguém que conheça alguma? Please.

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Agora muito a sério

Claro que mesmo com esta felicidade toda com que ando desde que passei a barreira das 32 semanas e depois da eco mamária demonstrar que não era nada grave (sim, porque os sustos também nos fazem ver as coisas doutra maneira) estou preocupada. Muito preocupada. Porque tenho noção que o parto prematuro está ainda em eminência. E porque agora sei, que pior que isso, é passar pela dilatação toda e ter que ser uma cesariana. Porque como já numa primeira vez fiz a dilatação tão rapidamente, provavelmente nesta também não dará tempo para pensar se é cesariana ou não. E eu não queria mesmo cesariana. Bem sei que não serei a primeira, etc. Mas não estou preparada para isso. Só pairam problemas na minha cabeça. Como vai ser a amamentação, etc. Estou mesmo preocupada. Mas esta cachopa está louca?

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Pensei que seria apenas mais uma consulta monótona, mas enganei-me

Só fiquei mais surpreendida porque ainda 2º feira ela estava atravessada mas com a cabeça na direcção certa. E ainda por cima, ainda esta Terça-feira tinha sido observada no hospital. Pensei que esta consulta não me trouxesse novidades. Enganei-me.

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Não sei se ria pou se chore ou o que mais me vai acontecer nesta gravidez

Entrámos e a assistente mandou-nos sentar, enquanto o Dr. estava a preparar a sala de observação. Só o ouço no gozo:
- "Olha, a Patrícia que tem a bebé transversa e como tal já pode pular e trabalhar 10 horas seguidas, por dia. Como está transversa, não nasce."
Ele estava no gozo, porque na segunda feira depois da eco, fui pedir-lhe para me diminuir a medicação, porque supostamente se ela estava atravessada, não nasceria. (Claro que eu sei que o desencadear do trabalho de parto não tem nada a ver com a posição do bebé, mas fiz-me de burrinha para ele me deixar diminuir a medicação).
Assim que me viu, começou logo a dizer que eu estava com um sorriso rasgado. Que estava diferente. Até estava mais bonita.
Mediu a tensão, etc e passei à observação. Eu já tinha notado que a barriga desde terça feira tinha descido e que a Matilde estava mais do lado direito mas nunca pensei ouvir o que ouvi a seguir. A criança decidiu passar a posição pélvica. Ou seja, está sentadinha. O que vale é que eu ando tão feliz por ter passado as 32 semanas que reagi bem. Mas disse-lhe que não queria um parto normal com ela sentada (se sou estreita para um bebé cefálico, o que não será com um sentado). Mas que também não quero uma cesariana. Ele riu-se e perguntou-me o que queria, então.
Falou-me da possibilidade de desencadear o trabalho de parto e depois ter mesmo de ser cesariana. E acreditam que eu estou tão estupidamente feliz, que nem estava a imaginar bem a coisa.
Falámos sobre as próximas análises, próxima consulta e sobre parto humanizado, doulas, etc. Aconselhou-me a ler um livro sobre estes temas e disse-me que era bom que fosse à próxima consulta das 35 semanas +5 dias. Diz que antes das 34 nem pensar e que mesmo depois disso, um bebé muito pequeno me vai dar muito mais trabalho futuramente e muito mais desgaste. Assim sendo, não me deixou retirar a medicação, porque embora ela esteja sentada ainda pode virar e se eu entrar em trabalho de parto, ela nasce de qualquer maneira. Mantem-se as recomendações (e o colo do útero continua molinho mas não evoluiu mais).

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quinta-feira, junho 05, 2008

Consulta

Hoje é dia de consulta. Vou ver a piolhica, novamente. Mas antes disso, ainda tenho um dia pela frente. E tanto que fazer. Ai.

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