sábado, fevereiro 11, 2012

Primeiro post do ano...

em Fevereiro. Não é falta de vontade. E a falta de tempo é apenas relativa, basta roubar uns minutos ao sono. Embora pense muitas vezes naquilo que gostava de registar aqui, tenho tido alguma dificuldade em transcrever para "o papel".
Mas o que interessa, as meninas, estão crescidas e lindas. A Mári lê muito bem e escreve muito, muito bem. E anda delirante por conseguir finalmente saber ler e escrever tudo. Passa imenso tempo a escrever, ler e desenhar. Quer ser professora ou educadora. E para nós é uma delícia ver crescer uma menina como ela. Responsável, meiga, autónoma e feliz. Curiosa e interessada que só ela. Compreensiva e às vezes muito chata. Consegue debitar 500 perguntas num segundo, sendo que para metade delas até já sabe a resposta. Preocupada com a irmã e com os outros, é uma delícia esta miúda.
A Mat é um doce vulcão. Tanto explode, como fica adormecido. É uma menina gira, sedutora e destrambulhada. Faz perguntas muito à frente para a idade, mas mais à frente ainda, são as respostas que dá. Canta em Inglês como se da sua nacionalidade se tratasse. Com a mesma facilidade com que chama azul ao verde. E é meiga. Tão meiga que deixa de brincar para vir a correr dar-me um beijinho e abraço. Para no minuto a seguir estar colada a mim, no meu colo e no seguinte fazer uma birra descomunal. Daqueles que quase cedemos por cansaço. Teimosa que só ela, leva-nos muitas vezes ao desespero. Mas fala na perfeição, aplica termos que desconhecemos numa criança de 3 anos e meio. Com direito a explicar significados de palavras à irmã que tem um bom vocabulário para a idade. Confesso que desconhecia uma personalidade assim, num filho. Tão agri-docinha.
As duas juntas dão-se como irmãs. Beijam-se, abraçam-se e andam de mão dada. Não aceitam nada se não houver também para a irmã. Riem e brincam muito. Tanto como no momento a seguir estão a disputar a nossa atenção ou a brigar. Raramente a Mariana, a maioria das vezes é a Matilde quem quer saber ou fazer como a irmã. Interrompe as nossas conversas para dizer que também quer falar ou que sabe fazer como a irmã. Levanta dois dedos de cada mão, enquanto diz: Vês Mariana, eu sei fazer contas como tu, dois mais dois são quatro. E assim por diante.
Vê-las crescer é a melhor parte dos meus dias. Que não trocaria por nada. As minhas lindas princesas...

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terça-feira, abril 19, 2011

e nem preciso de dizer mais nada. Isto diz tudo acerca das minhas filhas

A televisão desligou-se sozinha. Primeira reacção da Matilde: gritar. Logo de seguida ouve-se uma voz serena (da Mariana):
-" Tem calma Matilde. Isto às vezes desliga-se."

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domingo, março 27, 2011

Fim-de-semana

Sempre que falo com as minhas filhas ao telefone tenho que perguntar com qual delas estou a falar. (Ninguém manda gozar com quem não me distingue da mana Rita ao telefone).

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sexta-feira, março 25, 2011

Fim de semana

Se houver um prémio para a pessoa que faz mais malas durante a vida, duvido que alguém me ganhe. Fazer é bom, desfazer é muito mau.
(Só me custa muito ficar longe das minhas filhas. E provavelmente pela primeira vez, duas noites. Aiiii.)

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terça-feira, fevereiro 08, 2011

E nem preciso de dizer mais nada. Isto diz tudo acerca das minhas filhas

Há pessoas que têm papeis importantíssimos na nossa vida. Amores, amigos, família. Que nos amparam naqueles dias difíceis, que choram connosco, que nos animam, que riem em sintonia, que aplaudem as nossas conquistas. Tenho tido a sorte de ter uma vida recheada destas pessoas.

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terça-feira, janeiro 11, 2011

Amigos e filhas

Descrições das minhas filhas por uma (grande) amiga:
"A Mariana é muito bonita. Quanto mais cresce, mais bonita fica. Uma beleza serena que cativa com o olhar."
(Baba de mãe...)
"A Matilde também é bonita mas não liga a ninguém."
(Baba de mãe também. Ai a minha peste...)

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domingo, dezembro 26, 2010

Das pestes

As minhas filhas estão (sorrateiramente) a "roubar" chocolates. Acho que vou gritar para as assustar (Pouco pedagógico, mas com bom resultado. Eheheh.)

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segunda-feira, dezembro 20, 2010

Do amor

Passou-se há uns meses, quando ainda vivíamos na outra casa. Eu ia com a Matilde ao colo e a Mariana pela mão, até ao carro. Quando íamos a entrar, um homem com 30 e tal anos, olhou para a Matilde com um "olhar derretido" e disse:
-" Oh, que coisinha mais linda."
Vi-lhe no olhar, o ar de quem tinha acabado de conhecer um amor assim. Daqueles amores incondicionais. Talvez de pai para filho.
Comentei a cena com alguém. Que me disse que tinha que ter cuidado com esses homens, que podiam querer "roubar" a miúda ou assim. Calei-me mas fiquei a pensar. Sei que costumamos ter tendência para ver o pior das pessoas. Mas ali eu não tive dúvida. Aquele homem amava uma criança algures, de uma forma tão arrebatadora como eu amo as minhas filhas. Só quando se conhece este amor, se olha para uma qualquer criança com aquela meiguice.
(E porque é que se for uma mulher a fazer isto ficamos contentes e se for um homem é mau?)

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terça-feira, dezembro 14, 2010

Doentes

Ter as miúdas cheias de febre e a tossir desalmadamente é justificação para comer quase meio chocolate Milka, dos grandes, não é?
Maldito tempo (nem sequer me posso queixar do Inverno, que ele nem chegou). Estou farta e isto ainda agora começou. Tadinhas das minhas princesas.

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terça-feira, julho 06, 2010

Da nossa Ianita

Muito obrigada Ianita, mais uma vez. Dos textos mais lindos que já li sobre as minhas filhas. Assim, como também eu as vejo. Tal e qual. E fiquei com a lagrimita no olho (de todas as vezes que o li, claro).
Também sei que as minhas filhas têm muito a ganhar com a tua presença. Por pertenceres realmente à nossa família. Obrigada e um abraço apertado.

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segunda-feira, maio 31, 2010

Lindas como ninguém

São as mais giras, inteligentes e simpáticas. Mas há dias que me apetece "estrafegá-las". Sim, são as minhas filhas e têm tanto de giras como de pestes. Este fim de semana foi demais.
(Sim, protecção de menores, foi isso mesmo que leram...)

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domingo, fevereiro 28, 2010

Disparates delas

As minhas filhas fazem coisas tão estranhas como comerem a mesma massa esparguete, uma em cada ponta. E não, não fui eu que as ensinei. (Ainda se tivesse sido a fingir que rodamos uma roldana em cada orelha enquanto a massa é sugada...). De certeza que foi o paizinho cá de casa. Pela forma como olhava para elas, eu era capaz de apostar...

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quarta-feira, novembro 25, 2009

Fotos delas

As fotos que elas tiraram na escola estão lindas. Principalmente a última invenção, o álbum de irmãos (fazem de tudo para nos levar à ruína).

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sexta-feira, outubro 30, 2009

Diferença delas

Aos 15 meses, dar um antibiótico à Mariana, era um caos. Berrava, fugia, não queria.
A Matilde está a tomar antibiótico. Bebe aquilo como se fosse sumo. No fim, fica a pedir:
-"Máies. Máies."- enquanto choraminga ofendida por só poder beber aquele bocadito.

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quarta-feira, outubro 21, 2009

Pensamentos

A pequena já foi à escola hoje. Ontem já estava melhor, mas não foi porque se não recuperar totalmente antes de voltar à escola, é certo e sabido que passados uns dias, volta a estar doente. De manhã foi comigo para o trabalho e portou-se bem. À tarde ficou em casa da minha mãe.
Hoje vesti-as de igual (estavam tão giras!) e tirei-lhes umas fotos. Na escola vão tirar-lhes mais (isto todos uns meses tem que haver uns extras...) e nós como não temos muito tempo para ir para o fotógrafo com elas, aproveitámos para fazer um pequeno book, a preço em conta. Vamos ver se fica bonito.
A Mariana ia toda orgulhosa porque adora ver a irmã igual a ela. A Matilde fazia pose para a fotografia, como se percebesse. Eu confesso que sempre sonhei com isto. Ter duas filhas e vesti-las de igual. Gosto tanto. E nem a opinião de algumas pessoas que acham uma piroseira, me faz mudar de ideias. Gosto mesmo. Tanto, que sempre sonhei com poder fazer isso. Porque também nós as três, em épocas especiais, andávamos vestidas de igual. E eu adorava. E com as minhas filhas, até elas me deixarem, também vai ser assim.
(O Pedro no outro dia falou-me num contra de fazer isto: a Matilde vai usar roupa igual durante três ou quatro anos. Se for uma saia que vista, por ex., durante dois anos, e se a saia da irmã lhe der para mais dois anos, vai vestir a "mesma" saia, quatro anos. O.K. há-de arranjar-se solução para não parecer que a cachopa usa sempre a mesma roupa. Colocar adereços diferentes ou coser qualquer efeito para modificar a peça. Amor, tu sabes que desta cabecinha sai sempre uma solução. Tu pensas nos problemas, eu resolvo-os. Somos ou não, uma dupla imbatível? ;))

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segunda-feira, outubro 19, 2009

Hoje

A noite foi passada quase em claro para não deixar a febre das pequenas subir e por causa da ansiedade. O facto de ter de ficar em jejum pelo menos até às 10 horas e o desconhecido do exame, deixaram-me apreensiva. Claro que o resultado do exame também me preocupava.
Logo pela manhã a mais velha exigiu ir à escola e como não tinha febre nem tosse, acedi. A mais nova foi para casa da minha mãe.
Lá fui fazer o exame e como ia tão stressada, nem foi assim tão mau. Endoscopia alta. O nome diz tudo. As auxiliares foram excelentes e o médico também. Não é confortável aquele gel que sabe mal e não deve ser engolido. Não é confortável aquele tubo enorme e que liberta gás no estômago, principalmente para quem tem vómitos como eu. Mas parece que me portei bem. Pelo menos esforcei-me. Pensei que se já tive duas filhas, também não era aquilo que me ia matar. Concentrei-me na respiração e no que me diziam. Atenta também ao que se passava, claro. Parece que tenho as entranhas finas, entre outras coisas. E que por isso não faço bem a digestão. E a dor será do estilo de vida e alguns alimentos. Mas tenho de ir à consulta para tentar resolver a questão.
O resto do dia estive bem, tirando a sensação que o tubo ainda estava lá. Agora à noite, tenho uma ligeira dor a engolir. Dói-me também o pescoço atrás. Nada que não se aguente. Estou ainda mais mal disposta que antes, mas também deve ser normal. Mas estou principalmente aliviada.
(Obrigada Jane e quem se preocupou comigo.)

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Cá por casa

É uma da manhã e eu não tenho sono. Estou stressada. Amanhã vou fazer o dito exame e já sinto aquela sensação de borboletas na barriga.
A pequena teve ranho na quinta, tosse na sexta de manhã e à tarde ligaram do infantário porque estava sub-febril. À noite com 38,2ºC, abriu a época do Ben-u-ron e do Ventilan e durante o dia de sábado esteve apenas com a respiração mais pesada. À noite voltou a precisar de antipirético, tal como hoje de manhã. Hoje à tardinha voltou aos 38 e tal e agora já parece mais calma. Dorme sossegadinha.
A mais velha começou com tosse à tarde e os 37,2º C foram subindo até aos 38,1º C e teve que iniciar o ben-u-ron também. Já não me lembrava da última vez que tinha precisado dele. Está a dormir sossegada mas ainda um pouco quentinha.
Nunca tinham estado doentes as duas ao mesmo tempo e "escolheram" um dia muito mau. Mas amanhã é outro dia. E está aberta a época dos vírus.

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domingo, março 29, 2009

Do Pedro

-" É tão bom sentir os bracitos delas em volta do nosso pescoço."
Oh se é. Há lá sensação melhor. Tão lindas as nossas filhas.

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domingo, março 01, 2009

Mesmo agora

-" Tão queridinha Matilde. És muito girita".- enquanto abraça a irmã e se derrete com ela. A irmã olha para ela com um ar de admiração que só visto, e sorri-lhe. O love continua e espero que seja sempre assim.

E continua:
-" Tu já és uma crescida, comes tudo. Que linda...
Pronto não chores. Olááá. Muito bem Matildinha."- e inventa-lhe canções e mostra-lhe brinquedos e afins, para a distrair."

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domingo, dezembro 21, 2008

Afinal são bem diferentes


Matilde (3 meses e 3 semanas) vs Mariana (3 meses e 1 semana)

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